Descrição do Produto

Para que serve o Diad

Diad é um contraceptivo de emergência que pode ser usado para evitar a ocorrência de gravidez, após uma relação sexual sem proteção ou quando há suspeita de falha do método anticoncepcional rotineiramente utilizado.

Diad é um contraceptivo de emergência e deve ser utilizado apenas em situações onde há suspeita de falha do método contraceptivo normalmente utilizado (por exemplo: ruptura ou deslocamento do preservativo que tenha permitido contato do esperma na genitália feminina; ou em caso de ter tido relação sexual desprotegida em momento de uso incorreto da pílula anticoncepcional rotineira), ou em casos de relação sexual sem proteção por nenhum método contraceptivo.

Diad não deve ser utilizado como método anticoncepcional de rotina. Diad tem elevadas taxas de hormônio e seu uso repetido não tem ainda segurança estabelecida. Para uso rotineiro há outros métodos anticoncepcionais mais eficazes. Diad não protege para risco de gravidez por relações sexuais sem proteção anticoncepcional que tenham ocorrido antes do período para o qual foi indicado, e nem protege para relações sexuais desprotegidas que ocorram após seu uso. Após o uso de Diad deve-se usar outros métodos anticoncepcionais (por exemplo, o preservativo) até a próxima menstruação. Peça orientação ao seu médico.

Diad não protege contra doenças sexualmente transmissíveis.

Como o Diad funciona?

O mecanismo de ação de levonorgestrel pode ser variável, inclusive dependendo da fase do ciclo menstrual que a mulher se encontrar.

Assim, sua ação pode se dar:

Pela inibição ou retardo da ovulação; por dificultar o ingresso do espermatozóide no útero; por alterar a passagem do óvulo ou espermatozóide pela tuba uterina. Se já tiver ocorrido a fecundação, ou seja, a união do espermatozóide com o óvulo formando o ovo, a medicação não é mais eficaz, por não apresentar ação no endométrio.

Contraindicação do Diad

Diad não deve ser administrado em casos de gravidez confirmada; em casos em que não puder ser descartada a vigência de gravidez, recomenda-se a confirmação laboratorial antes da administração do medicamento (a paciente deverá estar ciente de que a medicação não será eficaz caso haja vigência de gravidez); pacientes com hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula; situações em que haja ocorrência de sangramento vaginal anormal e de origem ainda não esclarecida.

Como usar o Diad

O primeiro comprimido de Diad deve ser administrado o mais breve possível após a relação sexual, não ultrapassando 72 horas, pois ocorre diminuição da eficácia quando há demora para o início do tratamento. O segundo comprimido deve ser tomado sempre 12 horas após o primeiro.

Se ocorrer vômito dentro de 2 horas após a ingestão do comprimido, deve-se repetir a dose.

Posologia do Diad

Um comprimido de levonorgestrel deve ser tomado o mais breve possível, conforme as indicações citadas, não ultrapassando 72 horas após o coito desprotegido. O segundo comprimido deve ser tomado 12 horas após a primeira dose. O tratamento não deve ser desnecessariamente tardio já que a eficácia pode declinar com o tempo. O levonorgestrel pode ser usado a qualquer período durante o ciclo menstrual.

Se ocorrer vômito dentro de 2 horas após a ingestão do comprimido, deve-se repetir a dose.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Precauções do Diad

Antes de iniciar o tratamento é aconselhável fazer exame de laboratório para verificar se já existe gravidez. Diad não deve ser usado em casos de gravidez confirmada ou suspeita.

Nestes casos ele não impede a evolução da gravidez. Esta droga é contraindicada para uso em grávidas.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez se pretende usar ou se usou Diad.

Se você estiver amamentando e tomar Diad, lembrar que Diad pode passar para o leite humano, porém estudos já mostraram que a quantidade de Diad encontrado no leite não interfere na qualidade nem na quantidade do leite materno, porém é recomendado que o uso de Diad ocorra somente após 6 semanas pós-parto, nos casos de sua indicação.

Diad não deve ser utilizado quando houver sangramento vaginal de origem desconhecida, ou quando há hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula. Recomenda-se cautela quanto à administração de Diad em pacientes que tenham doenças ativas do fígado ou da vesícula biliar; que tenham sofrido anteriormente de icterícia ocasionada por gravidez, de hipertensão intracraniana; que tenham tromboflebite aguda ou doenças tromboembólicas; diáteses hemorrágicas; com história de câncer de mama ou do ovário ou de útero; ou que tenham sofrido acidente vascular cerebral, doença das coronárias (cardiopatia isquêmica), embolia pulmonar ou trombose de retina. Informe seu médico se você sofre ou teve alguma destas doenças.

A menstruação pode se alterar após a utilização de Diad. Em geral, o fluxo menstrual será semelhante ao habitual, porém em alguns casos, o fluxo poderá ser maior ou menor.

A maioria das mulheres menstruará dentro do prazo previsto, porém variações podem ocorrer.

Se atrasar mais de 7 dias da data prevista, procure seu médico para avaliar a possibilidade de ocorrência de gravidez.

Em casos de atraso menstrual superior a uma semana, deve-se considerar a possibilidade de gravidez.

Não deve ser utilizado durante a gravidez. Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez.

Reações Adversas do Diad

Os efeitos adversos mais comuns são:

Náusea - ocorre em cerca de 23,1% das mulheres tomando Diad; vômito - pode ocorrer em cerca de 5,6% das mulheres tomando Diad. Se ocorrer vômito dentro de duas horas da administração das pílulas contraceptivas de emergência, a dose deve ser repetida; tontura (11,2%); fadiga (16,9%); cefaleia (16,8%); sensibilidade dos seios (10,8%); dor abdominal inferior (17,6%); outras reações adversas (diarreia e algum sangramento irregular ou sangramentos pontilhados) (13,5%).

Algumas mulheres podem experimentar pequenos sangramentos de escape após tomar Diad.

A maioria das mulheres terão seu período menstrual seguinte no tempo esperado ou mais cedo; se houver um atraso das menstruações de mais que uma semana, a possibilidade de gravidez deve ser considerada.

Diad pode causar reações desagradáveis, tais como náusea, vômito, tontura, dor de cabeça, sensibilidade nos seios, dor na parte inferior do abdômen, diarréia e/ou sangramento uterino irregular. Informe ao seu médico.

Composição do Diad

Apresentação:

Comprimido de 0,75 mg.

Embalagem com 2 comprimidos.

Uso adulto.

Uso oral.

Composição:

Cada comprimido contém:

Levonorgestrel

0,75 mg

Excipientes* q.s.p.

1 comprimido

*Amido de milho, amidoglicolato de sódio, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose e talco farmacêutico.

Superdosagem do Diad

Efeitos adversos sérios não têm sido relatados após ingestão aguda de doses grandes de contraceptivos orais por crianças. A superdosagem pode causar náusea e pode ocorrer hemorragia nas mulheres por descontinuação.

Em caso de superdosagem, procure orientação médica.

Interação Medicamentosa do Diad

Alguns medicamentos podem ter sua ação alterada ou interferir na ação de Diad, como por exemplo fenitoínacarbamazepinaoxcarbazepina, barbitúricos (como fenobarbital), varfarinaprimidonafenilbutazonarifampicinaampicilinagriseofulvina.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento com Diad.

Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para sua saúde.

Ação da Substância Diad

Resultados de Eficácia

Estudos clínicos de eficácia contraceptiva com Levonorgestrel (substância ativa) consistentemente demonstram a sua eficácia contraceptiva. A eficácia contraceptiva de Levonorgestrel (substância ativa) foi estudada em três estudos clínicos nos quais participaram um total de 2.379 mulheres. Um ensaio comparou Levonorgestrel (substância ativa) (n=1.821) ao DIU de cobre (n=937) por um período de cinco anos com um índice de Pearl resultante de 0,09 para Levonorgestrel (substância ativa) e de 1,26 para o DIU de cobre. Após conclusão deste estudo, 168 mulheres do grupo de Levonorgestrel (substância ativa) participaram de um segundo estudo e tiveram um novo SIU inserido por quatro anos. Resultados após 6.404 mulheres/mês de experiência revelaram um índice de Pearl igual à zero. Um terceiro estudo com Levonorgestrel (substância ativa) foi não comparativo, e envolveu a participação de 390 mulheres por cinco anos com um índice de Pearl resultante de 0,24. Dados combinados destes três estudos clínicos forneceram 91.133 mulheres/mês de experiência. Houve um total de oito gestações, resultando em um taxa de Pearl de 0,11.

A eficácia contraceptiva de Levonorgestrel (substância ativa) foi estudada em cinco grandes estudos clínicos com 3.330 usuárias de Levonorgestrel (substância ativa). O índice de Pearl, que mede a eficácia, foi aproximadamente 0,2% de falha em um ano e o índice de falha cumulativo foi aproximadamente 0,7% em cinco anos. O índice de falha também inclui gestações devido a expulsões e perfurações não detectadas. Foi observada eficácia contraceptiva semelhante em um grande estudo de pós-comercialização com mais de 17.000 mulheres usuárias de Levonorgestrel (substância ativa). Como o uso de Levonorgestrel (substância ativa) não requer a adesão da ingestão diária pelas usuárias, os índices de gestação em “uso típico” são semelhantes àqueles observados em estudos clínicos controlados (“uso perfeito”).

O uso de Levonorgestrel (substância ativa) não interfere na fertilidade futura. Cerca de 80% das usuárias que desejaram engravidar engravidaram no período de 12 meses após a remoção do endoceptivo (SIU).

Levonorgestrel (substância ativa) pode ser utilizado com bons resultados no tratamento de menorragia idiopática. Em mulheres menorrágicas, o volume de sangramento menstrual diminui em 62 – 94% no final de três meses de uso e em 71 – 95% no final de 6 meses de uso. Levonorgestrel (substância ativa) demonstrou eficácia semelhante na redução de perda sanguínea menstrual por até 2 anos comparado à ablação ou ressecção do endométrio. A menorragia causada por leiomiomas submucosos pode responder de maneira menos favorável. A redução do sangramento aumenta a concentração de hemoglobina no sangue.

Levonorgestrel (substância ativa) também alivia a dismenorreia.

Levonorgestrel (substância ativa) demonstrou ser eficaz na prevenção da hiperplasia endometrial durante tratamento estrogênico contínuo, tanto com a administração estrogênica por via oral como por via transdérmica. A taxa de hiperplasia observada na terapia estrogênica isolada é de aproximadamente 20%. Em estudos clínicos, com o total de 634 usuárias de Levonorgestrel (substância ativa) na perimenopausa e na pós-menopausa não foi relatado nenhum caso de hiperplasia endometrial durante o período que varia de um até cinco anos.

Características Farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas

O Levonorgestrel (substância ativa) é um progestógeno com atividade antiestrogênica utilizado em ginecologia de diversas formas

  • Como componente progestogênico em contraceptivos orais e na terapia de reposição hormonal.
  • Isoladamente para contracepção em pílulas contendo somente progestógeno e implantes subdérmicos.

O Levonorgestrel (substância ativa) também pode ser administrado na cavidade uterina por meio de um endoceptivo (SIU), possibilitando a utilização de doses diárias muito baixas, uma vez que o hormônio é liberado diretamente no órgão-alvo.

Levonorgestrel (substância ativa) apresenta efeitos progestogênicos, principalmente locais, na cavidade uterina. A elevada concentração de Levonorgestrel (substância ativa) no endométrio inibe os receptores endometriais de progesterona e estrogênio, tornando o endométrio insensível ao estradiol circulante e promovendo, assim, um intenso efeito antiproliferativo. Durante o uso de Levonorgestrel (substância ativa), foram observadas alterações morfológicas do endométrio e uma fraca reação local do tipo corpo estranho. O espessamento do muco cervical previne a passagem dos espermatozoides através do canal cervical. As condições locais do útero e das tubas uterinas inibem a função e a mobilidade dos espermatozoides, prevenindo a fertilização. Em algumas mulheres, a ovulação é inibida.

O padrão menstrual resulta da ação direta do Levonorgestrel (substância ativa) sobre o endométrio e não reflete o ciclo ovariano. Não se observou diferença nítida no desenvolvimento folicular, na ovulação ou na produção de estradiol e progesterona em mulheres com diferentes padrões de sangramento. Durante o processo de inativação da proliferação do endométrio, pode ocorrer um aumento inicial de gotejamento durante os primeiros meses de uso. Após este período, a intensa supressão do endométrio ocasiona redução da duração e do volume de sangramento menstrual durante o uso de Levonorgestrel (substância ativa). Um fluxo escasso frequentemente evolui para oligomenorreia ou amenorreia. A função ovariana permanece normal e os níveis de estradiol são mantidos, mesmo quando as usuárias de Levonorgestrel (substância ativa) apresentam amenorreia.

Propriedades farmacocinéticas

O princípio ativo de Levonorgestrel (substância ativa) é o Levonorgestrel (substância ativa). O Levonorgestrel (substância ativa) é diretamente liberado na cavidade uterina. O índice de liberação inicial de Levonorgestrel (substância ativa) in vivo é de aproximadamente 20 mcg/24h e diminui para 10 mcg/24h após 5 anos.

Absorção

Após a inserção, Levonorgestrel (substância ativa) libera Levonorgestrel (substância ativa) imediatamente na cavidade uterina, como comprovado pelas medições da concentração sérica. A elevada exposição local ao medicamento na cavidade uterina leva ao elevado gradiente de concentração a partir do endométrio para o miométrio (gradiente endométrio/miométrio > 100 vezes) e a baixas concentrações séricas de Levonorgestrel (substância ativa) (gradiente endométrio/soro > 1000 vezes).

Distribuição

O Levonorgestrel (substância ativa) liga-se de forma inespecífica à albumina sérica e especificamente à SHBG (globulina de ligação a hormônios sexuais). Cerca de 1 a 2% do Levonorgestrel (substância ativa) circulante está presente na forma de esteroide livre e 42 a 62% estão ligadas especificamente à SHBG. Durante o uso de Levonorgestrel (substância ativa), a concentração de SHBG diminui. Do mesmo modo, a fração ligada à SHBG diminui durante o tratamento e a fração livre aumenta. O volume médio aparente de distribuição de Levonorgestrel (substância ativa) é cerca de 106 L.

Após 1 h da inserção de Levonorgestrel (substância ativa), o Levonorgestrel (substância ativa) é detectável no soro. A concentração máxima é atingida dentro de duas semanas após a inserção. À medida que ocorre a diminuição do índice de liberação, a concentração sérica mediana de Levonorgestrel (substância ativa) diminui de 206 pg/mL (do 25o a 75o percentil: 151 pg/mL a 264 pg/mL) aos seis meses para 194 pg/mL (146 pg/mL a 266 pg/mL) aos 12 meses de uso e para 131 pg/mL (113 pg/mL a 161 pg/mL) aos 60 meses em mulheres em idade reprodutiva com peso corporal acima de 55 kg.

O peso corporal e a concentração sérica de SHBG demonstraram afetar a concentração sistêmica de Levonorgestrel (substância ativa), ou seja, baixo peso corporal e/ou um elevado nível de SHBG aumenta a concentração de Levonorgestrel (substância ativa). Em mulheres em idade reprodutiva com baixo peso corporal (37 a 55 kg) a concentração sérica mediana de Levonorgestrel (substância ativa) é aproximadamente 1,5 vezes maior.

Em mulheres pós-menopáusicas usando Levonorgestrel (substância ativa) concomitantemente com tratamento estrogênico não oral, a concentração sérica mediana de Levonorgestrel (substância ativa) diminui de 257 pg/mL (25o a 75o percentis: 186 pg/mL a 326 pg/mL) aos 12 meses para 149 pg/mL (122 pg/mL a 180 pg/mL) aos 60 meses. Quando Levonorgestrel (substância ativa) é utilizado junto com um medicamento a base de estrogênio por via oral, a concentração sérica de Levonorgestrel (substância ativa) aos 12 meses é aumentada para aproximadamente 478 pg/mL (25o a 75o percentis: 341 pg/mL a 655 pg/mL) devido à indução da SHBG pelo tratamento com estrogênio oral.

Biotransformação

O Levonorgestrel (substância ativa) é extensivamente metabolizado. Os principais metabólitos no plasma são as formas conjugadas e não conjugadas do 3alfa-5beta-tetraidro-Levonorgestrel (substância ativa). Com base em estudos in vitro e in vivo, CYP3A4 é a principal enzima envolvida no metabolismo do Levonorgestrel (substância ativa), CYP2E1, CYP2C19 e CYP2C9 também podem estar envolvidas, mas em menor extensão.

Eliminação

A depuração total de Levonorgestrel (substância ativa) do plasma é de aproximadamente 1,0 mL/min/kg. Apenas quantidades residuais de Levonorgestrel (substância ativa) são excretadas na forma inalterada. Os metabólitos são excretados junto com as fezes e a urina na proporção de aproximadamente 1. A meia-vida de excreção, a qual é representada principalmente por metabólitos, é de cerca de um dia.

Linearidade / Não-Linearidade

A farmacocinética do Levonorgestrel (substância ativa) é dependente da concentração de SHBG, que é influenciada por estrogênios e androgênios. Durante o uso de Levonorgestrel (substância ativa), foi observada uma redução média de SHBG de cerca de 30%, o que resulta em redução do Levonorgestrel (substância ativa) no soro, indicando uma farmacocinética não-linear de Levonorgestrel (substância ativa) em relação ao tempo. Baseado na predominante ação local de Levonorgestrel (substância ativa), nenhum impacto na eficácia deste produto é esperado.

Dados de segurança pré-clínicos

A avaliação de segurança pré-clínica não revelou risco especial para humanos com base em estudos de segurança farmacológica, de toxicidade, de genotoxicidade e potencial carcinogênico de Levonorgestrel (substância ativa).

Não foi observada embriotoxicidade em coelhas após administração intrauterina de Levonorgestrel (substância ativa). A avaliação de segurança dos componentes do elastômero do reservatório hormonal, materiais de polietileno do produto e a combinação do elastômero e Levonorgestrel (substância ativa), baseada tanto na avaliação de toxicologia genética em sistemas de teste padrão in vitro e in vivo quanto em testes de biocompatibilidade não revelou bioincompatibilidade.

Cuidados de Armazenamento do Diad

Diad, quando conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30oC), protegido da luz e umidade, apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação.

Nº do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide embalagens.

Nunca use medicamento com o prazo de validade vencido. Além de não obter o efeito desejado, pode prejudicar a sua saúde.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Diad

Reg. MS 1.4381.0088.

Farm. Resp.: 
Charles Ricardo Mafra.
CRF-MG 10.883.

Fabricado por: 
Blisfarma Indústria Farmacêutica Ltda.
Rua da Lua, 147 – Jardim Ruyce.
CEP: 09981-480 – Diadema - SP.
CNPJ: 03.108.098/0001-93.

Registrado por: 
Cimed Indústria de Medicamentos Ltda.
Rua Engenheiro Prudente,121.
CEP: 01550-000.
São Paulo/SP - CNPJ: 02.814.497/0001-07.

Venda sob prescrição médica.